Pé Diabético em Recife: Prevenção | Dr. Victor Livera
  • Seg a Sex, 08h às 18h · Sáb, 08h às 12h
  • RioMar Trade Center, Torre 1, Sala 2714 · Pina, Recife

Condição tratada em Recife

Pé diabético em Recife

A maioria das amputações em pessoas com diabetes começa com uma ferida simples que passou despercebida. O exame diário dos pés é a medida que mais salva membros.

O que é
Conjunto de alterações nos pés causadas pelo diabetes, envolvendo nervos, circulação e infecção.
Quem tem mais risco
Diabéticos de longa data, com controle irregular da glicemia, neuropatia ou doença arterial.
Sinais mais comuns
Perda de sensibilidade, formigamento, pele ressecada, calos e feridas indolores.
Quando não esperar
Qualquer ferida, bolha, rachadura ou mudança de cor no pé, por menor que pareça.

Entenda a condição

O que é pé diabético

O diabetes de longa duração afeta os nervos e os vasos dos pés. A neuropatia reduz a sensibilidade, e é aí que mora o perigo: a pessoa se machuca e não sente. Um sapato apertado, uma pedrinha ou um corte de unha mal feito viram uma ferida que passa dias sem ser notada.

Ao mesmo tempo, a circulação comprometida faz o sangue chegar em menor quantidade, o que dificulta a cicatrização e favorece a infecção. A combinação de perda de sensibilidade, má circulação e infecção é o que caracteriza o pé diabético.

Cuidado diário com os pés em paciente diabético

Sinais e sintomas

Como o corpo avisa

Nem todo mundo apresenta todos os sinais. A presença de dois ou mais já justifica uma avaliação vascular.

  • Formigamento, queimação ou agulhadas nos pés, principalmente à noite

  • Perda de sensibilidade ao calor, ao frio ou à dor

  • Pele muito ressecada, com rachaduras, sobretudo no calcanhar

  • Calos que se formam sempre no mesmo ponto de pressão

  • Feridas que não doem e demoram a cicatrizar

  • Mudança na cor ou na temperatura do pé, unhas espessas ou encravadas

Fatores de risco

O que aumenta a chance

Ter um ou mais desses fatores não significa que você terá a doença, mas indica que o acompanhamento deve ser mais próximo.

  • Diabetes mal controlado
  • Neuropatia diabética
  • Doença arterial periférica
  • Calçado inadequado
  • Deformidades no pé
  • Tabagismo
  • Ferida anterior no pé
  • Dificuldade de enxergar os próprios pés
  • Doença renal

Evolução

Como uma ferida evolui

Entender a progressão ajuda a agir cedo. A maioria dos casos graves poderia ter sido interrompida na primeira fase.

  1. Pé em risco

    Ainda sem ferida, mas já com perda de sensibilidade, pele ressecada ou circulação reduzida.

  2. Lesão superficial

    Bolha, rachadura ou ferida rasa, muitas vezes indolor e por isso subestimada.

  3. Ferida profunda

    A lesão atinge tecidos mais internos e há sinais de infecção como secreção e odor.

  4. Infecção grave

    Comprometimento de estruturas profundas, com risco para o membro. Exige atendimento imediato.

Aviso importante

Em caso de emergência, procure atendimento imediatamente

No pé diabético, alguns sinais não podem esperar pela consulta agendada. Se você perceber qualquer um deles, procure ajuda na hora.

  • Qualquer ferida, bolha ou corte no pé, mesmo pequeno e sem dor
  • Vermelhidão, calor ou inchaço em parte do pé
  • Secreção, pus ou mau cheiro
  • Área do pé escurecida ou enegrecida
  • Febre associada a uma ferida no pé

Diante de qualquer um desses sinais, ligue para o SAMU (192) ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Não espere pela consulta agendada.

Pessoa ligando para a emergência ao perceber um sinal de alerta vascular
Ultrassom Doppler sendo realizado na perna de uma paciente

Diagnóstico

Como o diagnóstico é feito

A avaliação inclui o teste de sensibilidade com monofilamento e diapasão, a palpação dos pulsos e o índice tornozelo-braço. O ultrassom Doppler arterial verifica se o sangue chega ao pé em quantidade suficiente para cicatrizar.

Havendo ferida, a avaliação define a profundidade, a presença de infecção e a necessidade de exames de imagem ou de tratamento conjunto com outras especialidades.

Tratamento

Como o Dr. Victor trata

A conduta é individual e sai da avaliação clínica somada ao ultrassom Doppler. Na prática, o caminho costuma seguir estas quatro frentes.

  1. Avaliar circulação e sensibilidade

    Monofilamento, diapasão, palpação dos pulsos e índice tornozelo-braço mostram o risco real daquele pé antes da primeira ferida.

  2. Tratar a ferida

    Limpeza, desbridamento, curativo adequado e, principalmente, alívio da pressão sobre a lesão – sem isso nenhuma ferida plantar fecha.

  3. Restabelecer o fluxo

    Sem sangue suficiente a ferida não cicatriza. Havendo obstrução arterial, a angioplastia ou a ponte entram para salvar o membro.

  4. Prevenir a próxima

    Exame diário dos pés, calçado adequado, corte correto das unhas e acompanhamento junto com a equipe que cuida do diabetes.

Técnicas relacionadas

Cada técnica tem uma página própria, com indicações, como é a sessão, recuperação e o que esperar do resultado.

No dia a dia

Prevenção e cuidados

Hábitos simples que fazem diferença real na evolução da condição e no resultado do tratamento.

  • Examine os pés todos os dias, inclusive entre os dedos e a sola, com ajuda de um espelho
  • Seque bem entre os dedos e hidrate o resto do pé, sem passar creme entre eles
  • Corte as unhas retas e nunca remova calos por conta própria
  • Nunca ande descalço, nem dentro de casa
  • Confira o interior do sapato com a mão antes de calçar
  • Mantenha a glicemia controlada e faça avaliação vascular periódica
Pessoa caminhando ao ar livre como parte dos cuidados com a saúde vascular

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre pé diabético

Todo diabético vai ter pé diabético?

Não. O risco aumenta com o tempo de doença e com o controle irregular da glicemia, mas cuidados diários com os pés e acompanhamento periódico reduzem muito a chance de complicação.

Por que a ferida não dói?

A neuropatia diabética reduz a sensibilidade. A pessoa se machuca e não percebe, o que faz a ferida evoluir sem alerta. É justamente por isso que o exame diário dos pés é tão importante.

Posso fazer podologia?

Sim, e é recomendável, desde que com profissional habilitado e ciente do diagnóstico de diabetes. O que não se deve fazer é remover calos com lâmina ou produtos em casa.

Qual o papel do cirurgião vascular?

Avaliar se a circulação é suficiente para cicatrizar, tratar obstruções arteriais quando existirem e acompanhar a evolução das feridas em conjunto com as demais especialidades.

As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a consulta médica. O diagnóstico, a gravidade e a conduta são definidos individualmente pelo Dr. Victor Livera após a avaliação clínica e os exames indicados para o seu caso.

Dr. Victor Livera, angiologista e cirurgião vascular em Recife
+1.400 cirurgias realizadas

Quem acompanha o seu caso

Dr. Victor Livera

CRM/PE 24659  ·  RQE 12760

Angiologista, cirurgião vascular e endovascular em Recife. Cuida do pé diabético junto com a equipe que acompanha o diabetes: avaliação da circulação, tratamento das feridas e prevenção das amputações.

“A melhor forma de tratamento é uma decisão entre médico e paciente.”
  • Graduação em Medicina pela Universidade de Pernambuco
  • Residência em Cirurgia Geral no Hospital Agamenon Magalhães
  • Residência em Cirurgia Vascular no Hospital Getúlio Vargas
  • Especialização em Cirurgia Endovascular no CIVAN/Multimagem
  • Curso Hands-on em Flebologia Estética pelo FleboCurso
  • +1.400cirurgias vasculares
  • 9técnicas de tratamento
  • 1ªconsulta já com diagnóstico

Quer avaliar o seu caso?

Fale diretamente com o Dr. Victor Livera pelo WhatsApp e agende a sua avaliação vascular no RioMar Trade Center, em Recife.

Contato e localização

Consultório no RioMar Trade Center, Recife

Atendimento no Pina, Zona Sul do Recife. Fale diretamente com a equipe pelo canal que preferir e agende a sua avaliação vascular.

Fachada do RioMar Trade Center, em Recife, onde fica o consultório do Dr. Victor Livera
Local de atendimento RioMar Trade Center Torre 1 · Sala 2714 · Pina, Recife
  • Como chegar

    O consultório fica na Av. República do Líbano, 251, no Pina, Zona Sul do Recife, a poucos minutos de Boa Viagem e do Recife Antigo. Veja rotas, referências e horários.

  • Na primeira consulta

    Avaliação clínica, ultrassom Doppler e plano de tratamento definidos no mesmo dia. Leve seus exames anteriores, documento e carteirinha do convênio.

  • Convênios e particular

    Atendimento por nove convênios e também particular. Veja a lista de planos aceitos ou confirme o seu pelo WhatsApp.